PILAR DA AÇÃO MISSIONÁRIA

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As Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil supõem a missão como estado permanente. É meta e paradigma de toda a ação eclesial. A missão evangelizadora, que é desde o início de tudo, não termina e não tem fronteiras. Jesus nos envia a todos como ato contínuo

No mês de outubro deste ano de 2109, nosso querido Papa Francisco quer que seja um MÊS MISSIONÁRIO EXTRAORDINÁRIO. Convém estimular os encaminhamentos práticos das Diretrizes.

O primeiro encaminhamento é consensual. Trata-se de investir em Comunidades Missionárias cuja pastoral corresponda às novas demandas da população, com novos lugares e horários e linguagem renovada (n. 189). Muito se tem feito, constata-se. Porém, não desviemos o foco e nem diminuamos o fôlego. Avancemos!

Outro encaminhamento, sempre estimulante, apesar das dificuldades, é a preparação de missionários leigos (as) para visitarem áreas e ambientes mais distanciados da vida da Igreja. Nesse caso, é preciso um olhar de observador, atento e interessado, pois tais áreas existem e podem passar desapercebidas.

Dom Eugênio Sales costumava dizer aos padres: “não se contentem com a Igreja cheia; vão ao encontro dos que não se achegam”. Incentivou as Missões Populares em várias etapas na Cidade do Rio de Janeiro com bons subsídios. Quanto às Diretrizes, elas recomendam: “Evitar realizar visitas únicas e pontuais, destinadas a apresentar a realidade eclesial já existente” (n. 191).  A visita programada, periódica e constante, estabelecerá a necessidade da criação de novas comunidades e lugares de culto.

Outro encaminhamento é o de “considerar uma prioridade pastoral histórica o investimento de tempo, energia e recursos com os jovens”. Há vários itens relevantes quando se trata das juventudes.  “Formar acompanhadores de jovens”, pois a experiência ensina que é melhor que não caminhem sozinhos. Realizar “as missões juvenis” para renovar as experiências de fé e em vista de projetos vocacionais. Abrir “espaços para que os jovens criem novas formas de missão, por exemplo, nas redes sociais” (n. (194). É sabido que eles convivem nessas redes. Podem ser cooperadores da mensagem de Jesus e dos ensinamentos da Igreja através deste instrumental.

Outro encaminhamento é o de investir nos Meios de Comunicação Social. Pensemos na penetração dos programas de rádio e da presença católica na Imprensa. Sobretudo, é preciso estimular a PASCOM na Diocese e nas Paróquias.  A propósito, as Diretrizes afirmam que as redes sociais “constituem uma extraordinária oportunidade de diálogo, encontro e intercâmbio entre as pessoas. A web e as redes sociais criaram uma nova maneira de comunicar-se” (n. 195). Como anunciar Jesus fora destes meios modernos tão apreciados? Além disso, é necessário educar para a interpretação e o discernimento de notícias e pareceres.

Há outros espaços: hospitais, escolas e universidades, mundo da cultura e das ciências, presídios e outros lugares de detenção (n. 196).  “Em espaços assim, a presença fraterna e orante é o ponto de partida para o anúncio e a formação de comunidades” (n. 196).

Enfim, a messe é imensa como no tempo de Jesus. Só trabalha quem sente tocado.

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